Contratura da mão após AVC
Após um acidente vascular cerebral, a espasticidade do lado afetado pode puxar os dedos para a palma. No início, a mão ainda pode ser aberta com ajuda; ao longo de meses, pode fechar-se por completo, com as unhas a pressionar a pele.
É nesta altura que os cuidados diários se tornam difíceis. A palma não pode ser limpa nem seca, a pele amolece e fica dolorida, e lavar a mão causa sofrimento à pessoa e a quem a ajuda.
O Carrot Splint foi concebido precisamente para esta mão. Entra vazio, puxado suavemente atrás de uma vareta de colocação, para que nada tenha de ser forçado a abrir. É depois insuflado pouco a pouco até os dedos se afastarem da palma, e não mais do que isso. Com a mão aberta, a pele pode ser limpa, seca e protegida.
A capa de tecido tem marcações de progresso, para que o terapeuta e a família possam ver quanto a mão abriu de uma semana para a outra. À medida que abre, o Carrot pode ser insuflado um pouco mais.
O Carrot é utilizado em unidades hospitalares de AVC, por equipas de reabilitação na comunidade e por famílias que cuidam em casa. Um tamanho único adapta-se a qualquer das mãos.